Assessoria em CCIH / NSPA CCIH e o NSP do seu hospital funcionando como a norma pede.
A SEVS entra com a equipe, o método e o SentinelSaúde. Documentação pronta para a Vigilância Sanitária e números confiáveis para a diretoria.
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Para quem é a assessoria
Toda unidade com internação ou centro cirúrgico precisa de CCIH e NSP. O que muda de uma para outra é o tamanho da exigência e o que está em jogo quando ela não é cumprida.
Hospital-dia e clínica cirúrgica
Cirurgia, anestesia e alta no mesmo dia. O risco aparece depois que o paciente foi embora: a busca ativa pós-alta de 30 ou 90 dias é obrigatória, e quase ninguém faz. A assessoria organiza a vigilância, a notificação mensal e o registro que a Vigilância Sanitária pede.
Hospital com internação, sem pronto-socorro e sem UTI
O paciente fica dias na enfermaria e o risco está dentro do hospital. A norma pede a mesma CCIH e o mesmo NSP, mas a equipe é menor e quase sempre acumula funções: quem responde pela CCIH é o mesmo que está na assistência, e a comissão se reúne quando dá. A assessoria dá método, cobertura e registro sem inflar a folha.
Hospital com pronto-socorro ou UTI, de porta aberta
Vigilância diária, germes multirresistentes, infecções associadas a dispositivos e uso de antimicrobianos. Aqui a exigência é maior, o volume de notificações também, e o custo de um erro aparece na conta e no judiciário. A assessoria entra com profissional dedicado ou presença periódica, sempre em conjunto com a central técnica da SEVS.
Em qualquer um dos três casos, o começo é o mesmo: o Simulador de Risco e a inspeção simulada mostram onde a unidade está hoje.
O que a assessoria entrega
Frentes de trabalho conduzidas pela central técnica da SEVS em conjunto com a equipe da unidade. Cada uma deixa registro no SentinelSaúde e aparece no relatório mensal da diretoria.
Gestão da CCIH e do NSP
Comissão e núcleo formalizados e funcionando, com profissionais da SEVS compondo os dois em conjunto com colaboradores da unidade: regimento, nomeações, calendário de reuniões, atas e plano de ação. A SEVS prepara a pauta, conduz a discussão técnica e registra as decisões. A diretoria recebe um relatório mensal que mostra o que foi feito, o que falta e o que a Vigilância vai pedir.
Programa de controle de infecções
Vigilância das infecções relacionadas à assistência com os critérios da Anvisa, indicadores calculados e discutidos todo mês. Surtos investigados, registrados e comunicados a quem a norma manda. Em hospitais com UTI, vigilância de germes multirresistentes e de infecções associadas a dispositivos.
Segurança do paciente
Plano de Segurança do Paciente escrito e implantado, protocolos obrigatórios em uso nos setores e eventos adversos investigados com a equipe. Notificação ao NOTIVISA dentro do prazo. Cultura de notificar sem punir, que é o que faz o evento aparecer.
Busca ativa pós-alta cirúrgica
Contato com o paciente operado por WhatsApp e ligação, nos prazos da norma: 30 dias, ou 90 quando há implante. Cada tentativa e cada resposta ficam registradas no SentinelSaúde. O caso suspeito volta para a equipe avaliar e, quando confirmado, entra no indicador e na notificação.
Protocolos e POPs
Elaboração e revisão alinhadas à norma e à realidade de cada setor, com treinamento da equipe e registro de presença. Protocolo que a equipe não conhece não vale na inspeção. A SEVS mantém a lista do que existe, do que venceu e do que precisa ser treinado de novo.
Auditoria interna
Verificação de rotinas, instalações e práticas assistenciais com o olhar da Vigilância Sanitária, relatório de não conformidades por prioridade e plano de correção com responsável e prazo. Sem surpresa no dia da fiscalização.
PGRSS
Plano de gerenciamento de resíduos conforme a RDC 222/2018, treinamento de quem manuseia os resíduos e acompanhamento dos contratos de coleta e destinação. Revisado sempre que a estrutura ou o serviço muda.
Apoio nas inspeções da Vigilância Sanitária
Preparação do roteiro documental, acompanhamento da inspeção e apoio técnico na resposta às exigências, dentro do prazo. O que é do hospital, como licença, estrutura física e engenharia, continua com o hospital, com a SEVS orientando o que a CCIH e o NSP precisam responder.
Tudo isso deixa registro. É o registro, e não a intenção, que a Vigilância Sanitária confere.
Como começar
Do primeiro clique à rotina mensal. Sem compromisso até a proposta.
Responda o Simulador
Oito cliques e o indicativo de risco da sua unidade sai na hora. Ou peça a proposta direto.
Receba a inspeção simulada
A SEVS percorre a unidade com o olhar da Vigilância e devolve o que seria apontado. Sem custo.
Avalie a proposta
Formato, presença e escopo definidos para a sua unidade, em contrato.
Comece a rotina
CCIH e NSP formalizados, SentinelSaúde implantado, equipe treinada. Depois, o mês a mês.
Inspeção da Vigilância, sem surpresa
A Vigilância Sanitária não pergunta se a CCIH existe. Pede para ver o que ela produziu.
Quer saber como a sua unidade sairia hoje?
Três formatos de atuação
O formato é definido na proposta, conforme o porte, a complexidade e o que a unidade já tem. Em qualquer um deles, os profissionais da SEVS compõem a CCIH e o NSP em conjunto com colaboradores da unidade, a central técnica conduz e o SentinelSaúde registra.
Condução à distância
A central técnica da SEVS conduz a CCIH e o NSP com um ponto focal da unidade, treinado e acompanhado. Reuniões, análise dos casos, indicadores, notificações e relatórios ficam com a SEVS; a execução de rotina fica com a equipe local. Para unidades que têm quem execute e precisam de método, análise e registro.
Presença periódica
Profissional da SEVS na unidade em dias definidos por contrato, em conjunto com a central técnica. Nos dias de presença: auditoria de setor, reunião, treinamento e os casos que pedem olhar presencial. Para quem precisa de alguém olhando o setor com regularidade, sem um cargo em tempo integral.
Profissional dedicado
Profissionais da SEVS dentro do hospital, em tempo integral: um ou mais, conforme o porte e a complexidade da unidade. Contratados, supervisionados e substituídos pela SEVS. Férias, afastamentos e desligamentos não param a operação. Para hospitais com pronto-socorro e UTI, onde a vigilância é diária.
Em qualquer formato, o SentinelSaúde está incluído e os dados são do hospital.
O que muda com a SEVS
A diferença entre ter uma CCIH e ter uma CCIH funcionando.
Hoje, em muitas unidades
- CCIH no papel, com reunião que não acontece.
- Indicador montado às pressas quando a Vigilância pede.
- Paciente operado vai embora e ninguém faz a busca ativa.
- Evento adverso sem registro e sem notificação.
- Documentação espalhada em pastas, planilhas e e-mails.
- Equipe treinada só na admissão, sem registro de presença.
Com a SEVS
- Comissão e núcleo ativos, com ata e plano de ação.
- Indicadores fechados todo mês, que resistem à fiscalização.
- Busca ativa feita e registrada nos prazos da norma.
- Notificação no NOTIVISA dentro do prazo.
- Tudo no SentinelSaúde, com trilha de auditoria.
- Treinamentos contínuos, com lista de quem participou.
Por que custa menos do que a própria equipe
Montar uma CCIH própria significa contratar profissionais especializados, pagar encargos, cobrir férias e afastamentos, treinar do zero a cada troca e ainda comprar ou improvisar um sistema. A SEVS dilui tudo isso entre os contratos. Você paga pela entrega, não pela folha.
Equipe compartilhada
A mesma central técnica e as mesmas rotinas atendem hospitais de portes diferentes. O custo de manter a equipe atualizada e de acompanhar cada norma nova é dividido, não repassado inteiro para um hospital só.
Sistema incluído
O SentinelSaúde entra nos honorários, sem licença à parte e sem implantação cobrada em separado. Nada de planilha.
Especialista à frente
Uma profissional na área desde 2010 conduz tecnicamente cada contrato, sem o custo de um cargo sênior na folha do hospital.
Sem folha
Quem está na unidade é contratado pela SEVS. Férias, substituição, afastamento e desligamento são problema da SEVS, não do hospital. Sem período de aprendizado a cada troca.
O valor é definido por contrato, conforme o escopo, o formato e o porte da unidade.
Quem conduz

Enf.ª Julliana Porto. Especialista em Gestão de Saúde, Controle de Infecção Hospitalar e Segurança do Paciente. Na área desde 2010, com CCIH e NSP em hospitais de portes diferentes e nos processos de acreditação ONA 1, 2 e 3. É quem conduz tecnicamente cada contrato da SEVS: analisa os casos, orienta os relatórios e as notificações e responde, com o hospital, à Vigilância Sanitária.
Ela conta com a central técnica da SEVS: profissionais contratados pela SEVS, com registro ativo no conselho de classe, que fecham os indicadores, preparam as notificações e apoiam o profissional que está na unidade.
Perguntas frequentes
Com a assessoria, preciso contratar profissionais para a CCIH e o NSP?
Não. Esse é o modelo da SEVS. Os profissionais da SEVS compõem a comissão e o núcleo em conjunto com colaboradores da própria unidade, conduzem a rotina e respondem tecnicamente por ela. A direção nomeia a comissão, como a norma pede, e a SEVS entra com as pessoas, o método e o sistema. Comparado com montar e manter a própria equipe, custa menos e não para por férias, afastamento ou desligamento.
Quem responde tecnicamente pelo serviço de saúde?
O próprio serviço de saúde. A SEVS é assessoria especializada: os profissionais da SEVS compõem a CCIH e o NSP com a equipe da unidade, com uma especialista que conduz o trabalho.
A assessoria é remota ou presencial?
Os dois, e também o formato com profissional dedicado dentro do hospital. O contrato define, conforme o porte e a situação da unidade. A inspeção simulada é o que mostra qual formato faz sentido.
Minha unidade já tem CCIH. A assessoria ainda faz sentido?
Sim, e é um começo comum. A SEVS avalia o que existe, cobre as lacunas, traz o sistema e passa a compor a comissão e o núcleo com os colaboradores que já estão lá. O que muda é que a condução, o método e o registro passam a ser da SEVS, e a comissão passa a funcionar de verdade.
Em quanto tempo a CCIH e o NSP ficam funcionando?
Nos primeiros 90 dias as estruturas estão formalizadas e a rotina rodando. O ritmo depende do que já existe na unidade: o Simulador de Risco e a inspeção simulada mostram o ponto de partida.
Preciso contratar ou demitir alguém?
Contratar, não: os profissionais da SEVS compõem a CCIH e o NSP junto com colaboradores da unidade, então não há necessidade de contratar profissionais dedicados. Demitir, também não: quem já atua na área continua, agora com método, sistema e a central técnica da SEVS. Quando o formato pede profissional dedicado dentro do hospital, um ou mais, ele é contratado e gerido pela SEVS, sem entrar na folha.
O que a SEVS precisa do hospital para começar?
Pouco: a direção nomeia a comissão e o núcleo com os profissionais da SEVS e os colaboradores da unidade que vão compor, dá acesso às informações de cirurgias e internações e abre as portas dos setores. O resto a SEVS organiza.
A SEVS atende em todo o Brasil?
Sim. Hospitais e clínicas de qualquer estado, no formato que cada caso pede. A sede fica em Brasília; a equipe e o sistema atendem o país inteiro.
O que acontece quando a Vigilância Sanitária chega?
A documentação já existe: atas, indicadores, protocolos, treinamentos, notificações e busca ativa registrados no SentinelSaúde. A SEVS apoia na inspeção e na resposta às exigências, dentro do prazo.
A assessoria serve para clínica de cirurgia plástica e hospital-dia?
Sim. São as unidades em que a vigilância depois da alta mais falha, porque o paciente vai embora no mesmo dia. A busca ativa de 30 ou 90 dias, a notificação mensal e o registro são exatamente o que a NT 02/2026 e a NT 03/2026 passaram a cobrar.
A assessoria ajuda na acreditação ONA?
A CCIH e o NSP organizados são pré-requisito de qualquer acreditação. A SEVS tem experiência em processos ONA 1, 2 e 3 e prepara a documentação dessas áreas. A acreditação em si é um processo do hospital com a certificadora.
Quem tem acesso aos dados no SentinelSaúde?
O hospital define os usuários e os perfis. Cada registro guarda quem fez, quando e o quê, com trilha de auditoria. Os dados são do hospital, protegidos conforme a LGPD, e podem ser exportados a qualquer momento.
Quanto custa?
Depende do porte, do formato e do que a unidade já tem. O valor é definido por contrato, depois da inspeção simulada.
Posso começar só com o sistema?
Sim. O SentinelSaúde pode ser contratado sozinho, com preço fixo por porte. Se depois o hospital quiser a condução técnica, contrata a assessoria sem trocar de sistema e sem perder o histórico.
Como começar?
Pelo Simulador de Risco, em 8 cliques, ou pelo pedido de proposta no topo desta página, em 4. Depois, a inspeção simulada, sem custo. Ou fale direto com a SEVS pelo WhatsApp.
Hospitais e clínicas atendidos
Conheça os hospitais e clínicas em que a Enf.ª Julliana Porto e a SEVS já atuaram na assistência, gestão e auditoria em CCIH / NSP.
Quer a CCIH e o NSP da sua unidade funcionando?
Peça a proposta em 4 cliques, no formulário do topo desta página. A SEVS responde pelo WhatsApp, agenda a conversa e, se fizer sentido, a inspeção simulada sem custo.
Sem compromisso até a proposta.









