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Assessoria em CCIH / NSPA CCIH e o NSP do seu hospital funcionando como a norma pede.

A SEVS entra com a equipe, o método e o SentinelSaúde. Documentação pronta para a Vigilância Sanitária e números confiáveis para a diretoria.

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Proposta sob medida

Assessoria em CCIH / NSP · 4 cliques

Tipo de unidade

Escolha a opção mais parecida com o seu serviço.

Para quem é a assessoria

Toda unidade com internação ou centro cirúrgico precisa de CCIH e NSP. O que muda de uma para outra é o tamanho da exigência e o que está em jogo quando ela não é cumprida.

Hospital-dia e clínica cirúrgica

Cirurgia, anestesia e alta no mesmo dia. O risco aparece depois que o paciente foi embora: a busca ativa pós-alta de 30 ou 90 dias é obrigatória, e quase ninguém faz. A assessoria organiza a vigilância, a notificação mensal e o registro que a Vigilância Sanitária pede.

Hospital com internação, sem pronto-socorro e sem UTI

O paciente fica dias na enfermaria e o risco está dentro do hospital. A norma pede a mesma CCIH e o mesmo NSP, mas a equipe é menor e quase sempre acumula funções: quem responde pela CCIH é o mesmo que está na assistência, e a comissão se reúne quando dá. A assessoria dá método, cobertura e registro sem inflar a folha.

Hospital com pronto-socorro ou UTI, de porta aberta

Vigilância diária, germes multirresistentes, infecções associadas a dispositivos e uso de antimicrobianos. Aqui a exigência é maior, o volume de notificações também, e o custo de um erro aparece na conta e no judiciário. A assessoria entra com profissional dedicado ou presença periódica, sempre em conjunto com a central técnica da SEVS.

Em qualquer um dos três casos, o começo é o mesmo: o Simulador de Risco e a inspeção simulada mostram onde a unidade está hoje.

O que a assessoria entrega

Frentes de trabalho conduzidas pela central técnica da SEVS em conjunto com a equipe da unidade. Cada uma deixa registro no SentinelSaúde e aparece no relatório mensal da diretoria.

Gestão da CCIH e do NSP

Comissão e núcleo formalizados e funcionando, com profissionais da SEVS compondo os dois em conjunto com colaboradores da unidade: regimento, nomeações, calendário de reuniões, atas e plano de ação. A SEVS prepara a pauta, conduz a discussão técnica e registra as decisões. A diretoria recebe um relatório mensal que mostra o que foi feito, o que falta e o que a Vigilância vai pedir.

Programa de controle de infecções

Vigilância das infecções relacionadas à assistência com os critérios da Anvisa, indicadores calculados e discutidos todo mês. Surtos investigados, registrados e comunicados a quem a norma manda. Em hospitais com UTI, vigilância de germes multirresistentes e de infecções associadas a dispositivos.

Segurança do paciente

Plano de Segurança do Paciente escrito e implantado, protocolos obrigatórios em uso nos setores e eventos adversos investigados com a equipe. Notificação ao NOTIVISA dentro do prazo. Cultura de notificar sem punir, que é o que faz o evento aparecer.

Busca ativa pós-alta cirúrgica

Contato com o paciente operado por WhatsApp e ligação, nos prazos da norma: 30 dias, ou 90 quando há implante. Cada tentativa e cada resposta ficam registradas no SentinelSaúde. O caso suspeito volta para a equipe avaliar e, quando confirmado, entra no indicador e na notificação.

Protocolos e POPs

Elaboração e revisão alinhadas à norma e à realidade de cada setor, com treinamento da equipe e registro de presença. Protocolo que a equipe não conhece não vale na inspeção. A SEVS mantém a lista do que existe, do que venceu e do que precisa ser treinado de novo.

Auditoria interna

Verificação de rotinas, instalações e práticas assistenciais com o olhar da Vigilância Sanitária, relatório de não conformidades por prioridade e plano de correção com responsável e prazo. Sem surpresa no dia da fiscalização.

PGRSS

Plano de gerenciamento de resíduos conforme a RDC 222/2018, treinamento de quem manuseia os resíduos e acompanhamento dos contratos de coleta e destinação. Revisado sempre que a estrutura ou o serviço muda.

Apoio nas inspeções da Vigilância Sanitária

Preparação do roteiro documental, acompanhamento da inspeção e apoio técnico na resposta às exigências, dentro do prazo. O que é do hospital, como licença, estrutura física e engenharia, continua com o hospital, com a SEVS orientando o que a CCIH e o NSP precisam responder.

Tudo isso deixa registro. É o registro, e não a intenção, que a Vigilância Sanitária confere.

Como começar

Do primeiro clique à rotina mensal. Sem compromisso até a proposta.

Hoje1

Responda o Simulador

Oito cliques e o indicativo de risco da sua unidade sai na hora. Ou peça a proposta direto.

Em seguida2

Receba a inspeção simulada

A SEVS percorre a unidade com o olhar da Vigilância e devolve o que seria apontado. Sem custo.

Com o resultado3

Avalie a proposta

Formato, presença e escopo definidos para a sua unidade, em contrato.

Primeiros 90 dias4

Comece a rotina

CCIH e NSP formalizados, SentinelSaúde implantado, equipe treinada. Depois, o mês a mês.

Inspeção da Vigilância, sem surpresa

A Vigilância Sanitária não pergunta se a CCIH existe. Pede para ver o que ela produziu.

Antes

O roteiro documental já está respondido: cada item tem documento atualizado no SentinelSaúde, com data e responsável.

No dia

O fiscal confere no setor se a prática bate com o papel. A equipe sabe o que faz e por quê, porque a rotina é dela.

Depois

Se houver exigência, a resposta sai com base no registro, dentro do prazo, com a SEVS ao lado da direção.

Quer saber como a sua unidade sairia hoje?

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Três formatos de atuação

O formato é definido na proposta, conforme o porte, a complexidade e o que a unidade já tem. Em qualquer um deles, os profissionais da SEVS compõem a CCIH e o NSP em conjunto com colaboradores da unidade, a central técnica conduz e o SentinelSaúde registra.

Condução à distância

A central técnica da SEVS conduz a CCIH e o NSP com um ponto focal da unidade, treinado e acompanhado. Reuniões, análise dos casos, indicadores, notificações e relatórios ficam com a SEVS; a execução de rotina fica com a equipe local. Para unidades que têm quem execute e precisam de método, análise e registro.

Presença periódica

Profissional da SEVS na unidade em dias definidos por contrato, em conjunto com a central técnica. Nos dias de presença: auditoria de setor, reunião, treinamento e os casos que pedem olhar presencial. Para quem precisa de alguém olhando o setor com regularidade, sem um cargo em tempo integral.

Profissional dedicado

Profissionais da SEVS dentro do hospital, em tempo integral: um ou mais, conforme o porte e a complexidade da unidade. Contratados, supervisionados e substituídos pela SEVS. Férias, afastamentos e desligamentos não param a operação. Para hospitais com pronto-socorro e UTI, onde a vigilância é diária.

Em qualquer formato, o SentinelSaúde está incluído e os dados são do hospital.

O que muda com a SEVS

A diferença entre ter uma CCIH e ter uma CCIH funcionando.

Hoje, em muitas unidades

  • CCIH no papel, com reunião que não acontece.
  • Indicador montado às pressas quando a Vigilância pede.
  • Paciente operado vai embora e ninguém faz a busca ativa.
  • Evento adverso sem registro e sem notificação.
  • Documentação espalhada em pastas, planilhas e e-mails.
  • Equipe treinada só na admissão, sem registro de presença.

Com a SEVS

  • Comissão e núcleo ativos, com ata e plano de ação.
  • Indicadores fechados todo mês, que resistem à fiscalização.
  • Busca ativa feita e registrada nos prazos da norma.
  • Notificação no NOTIVISA dentro do prazo.
  • Tudo no SentinelSaúde, com trilha de auditoria.
  • Treinamentos contínuos, com lista de quem participou.

Pedir uma proposta

Por que custa menos do que a própria equipe

Montar uma CCIH própria significa contratar profissionais especializados, pagar encargos, cobrir férias e afastamentos, treinar do zero a cada troca e ainda comprar ou improvisar um sistema. A SEVS dilui tudo isso entre os contratos. Você paga pela entrega, não pela folha.

Equipe compartilhada

A mesma central técnica e as mesmas rotinas atendem hospitais de portes diferentes. O custo de manter a equipe atualizada e de acompanhar cada norma nova é dividido, não repassado inteiro para um hospital só.

Sistema incluído

O SentinelSaúde entra nos honorários, sem licença à parte e sem implantação cobrada em separado. Nada de planilha.

Especialista à frente

Uma profissional na área desde 2010 conduz tecnicamente cada contrato, sem o custo de um cargo sênior na folha do hospital.

Sem folha

Quem está na unidade é contratado pela SEVS. Férias, substituição, afastamento e desligamento são problema da SEVS, não do hospital. Sem período de aprendizado a cada troca.

O valor é definido por contrato, conforme o escopo, o formato e o porte da unidade.

Conversar com a SEVS

Quem conduz

Julliana Porto, especialista da SEVS, em corredor de hospital

Enf.ª Julliana Porto. Especialista em Gestão de Saúde, Controle de Infecção Hospitalar e Segurança do Paciente. Na área desde 2010, com CCIH e NSP em hospitais de portes diferentes e nos processos de acreditação ONA 1, 2 e 3. É quem conduz tecnicamente cada contrato da SEVS: analisa os casos, orienta os relatórios e as notificações e responde, com o hospital, à Vigilância Sanitária.

Ela conta com a central técnica da SEVS: profissionais contratados pela SEVS, com registro ativo no conselho de classe, que fecham os indicadores, preparam as notificações e apoiam o profissional que está na unidade.

Conhecer a SEVS

Perguntas frequentes

Com a assessoria, preciso contratar profissionais para a CCIH e o NSP?

Não. Esse é o modelo da SEVS. Os profissionais da SEVS compõem a comissão e o núcleo em conjunto com colaboradores da própria unidade, conduzem a rotina e respondem tecnicamente por ela. A direção nomeia a comissão, como a norma pede, e a SEVS entra com as pessoas, o método e o sistema. Comparado com montar e manter a própria equipe, custa menos e não para por férias, afastamento ou desligamento.

Quem responde tecnicamente pelo serviço de saúde?

O próprio serviço de saúde. A SEVS é assessoria especializada: os profissionais da SEVS compõem a CCIH e o NSP com a equipe da unidade, com uma especialista que conduz o trabalho.

A assessoria é remota ou presencial?

Os dois, e também o formato com profissional dedicado dentro do hospital. O contrato define, conforme o porte e a situação da unidade. A inspeção simulada é o que mostra qual formato faz sentido.

Minha unidade já tem CCIH. A assessoria ainda faz sentido?

Sim, e é um começo comum. A SEVS avalia o que existe, cobre as lacunas, traz o sistema e passa a compor a comissão e o núcleo com os colaboradores que já estão lá. O que muda é que a condução, o método e o registro passam a ser da SEVS, e a comissão passa a funcionar de verdade.

Em quanto tempo a CCIH e o NSP ficam funcionando?

Nos primeiros 90 dias as estruturas estão formalizadas e a rotina rodando. O ritmo depende do que já existe na unidade: o Simulador de Risco e a inspeção simulada mostram o ponto de partida.

Preciso contratar ou demitir alguém?

Contratar, não: os profissionais da SEVS compõem a CCIH e o NSP junto com colaboradores da unidade, então não há necessidade de contratar profissionais dedicados. Demitir, também não: quem já atua na área continua, agora com método, sistema e a central técnica da SEVS. Quando o formato pede profissional dedicado dentro do hospital, um ou mais, ele é contratado e gerido pela SEVS, sem entrar na folha.

O que a SEVS precisa do hospital para começar?

Pouco: a direção nomeia a comissão e o núcleo com os profissionais da SEVS e os colaboradores da unidade que vão compor, dá acesso às informações de cirurgias e internações e abre as portas dos setores. O resto a SEVS organiza.

A SEVS atende em todo o Brasil?

Sim. Hospitais e clínicas de qualquer estado, no formato que cada caso pede. A sede fica em Brasília; a equipe e o sistema atendem o país inteiro.

O que acontece quando a Vigilância Sanitária chega?

A documentação já existe: atas, indicadores, protocolos, treinamentos, notificações e busca ativa registrados no SentinelSaúde. A SEVS apoia na inspeção e na resposta às exigências, dentro do prazo.

A assessoria serve para clínica de cirurgia plástica e hospital-dia?

Sim. São as unidades em que a vigilância depois da alta mais falha, porque o paciente vai embora no mesmo dia. A busca ativa de 30 ou 90 dias, a notificação mensal e o registro são exatamente o que a NT 02/2026 e a NT 03/2026 passaram a cobrar.

A assessoria ajuda na acreditação ONA?

A CCIH e o NSP organizados são pré-requisito de qualquer acreditação. A SEVS tem experiência em processos ONA 1, 2 e 3 e prepara a documentação dessas áreas. A acreditação em si é um processo do hospital com a certificadora.

Quem tem acesso aos dados no SentinelSaúde?

O hospital define os usuários e os perfis. Cada registro guarda quem fez, quando e o quê, com trilha de auditoria. Os dados são do hospital, protegidos conforme a LGPD, e podem ser exportados a qualquer momento.

Quanto custa?

Depende do porte, do formato e do que a unidade já tem. O valor é definido por contrato, depois da inspeção simulada.

Posso começar só com o sistema?

Sim. O SentinelSaúde pode ser contratado sozinho, com preço fixo por porte. Se depois o hospital quiser a condução técnica, contrata a assessoria sem trocar de sistema e sem perder o histórico.

Como começar?

Pelo Simulador de Risco, em 8 cliques, ou pelo pedido de proposta no topo desta página, em 4. Depois, a inspeção simulada, sem custo. Ou fale direto com a SEVS pelo WhatsApp.

Hospitais e clínicas atendidos

Conheça os hospitais e clínicas em que a Enf.ª Julliana Porto e a SEVS já atuaram na assistência, gestão e auditoria em CCIH / NSP.

Hospital Santa Lúcia
Hospital Santa Marta
Hospital São Lucas
Hospital Home
Hospital AMMA
Hospital da Plástica de Brasília
Hospital Santa Helena
CLIDIP
HJB Hospital Dia (Jardim Botânico)
Attius

Quer a CCIH e o NSP da sua unidade funcionando?

Peça a proposta em 4 cliques, no formulário do topo desta página. A SEVS responde pelo WhatsApp, agenda a conversa e, se fizer sentido, a inspeção simulada sem custo.

Sem compromisso até a proposta.

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